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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

The Gates of Delirium



The Gates of Delirium

Uma canção extraordinária. A minha preferida dos YES.

A leitura que fiz e mantenho da letra, enquadrada no espirito da época em que o álbum, Relayer, saiu, 1974, acentuava o lado revolucionário e combativo
Peaceful lives will not deliver freedom,
Fighting we know,
Destroy oppression
e a defesa de uma causa nobre
In glory
We rise to offer,
Create our freedom,
A word we utter,
A word
que exige renuncia e luta mas que liberta
Choose and renounce, throwing chains to the floor
Kill or be killing, faster sins correct the flow

A música é incrivelmente poderosa e a voz de Anderson melodiosa e penetrante. Uma longa sessão instrumental de enorme qualidade.

Os Yes continuaram um quinteto mas Rick Wakeman deu lugar a Patrick Moraz nos teclados. Jon Anderson, Steve Howe, Chris Squire and Alan White permaneceram.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

The Ancient (Giants Under the Sun)





The Ancient (Giants Under the Sun)

Uma canção dedicada às belezas, tesouros e conhecimento espiritual das civilizações antigas, perdidas no pó dos séculos, erguidas pelos antigos, verdadeiros Gigantes sob os Céus, redescobertas com espanto e maravilha na atualidade.

As one with the knowledge and magic of the source
Attuned to the majesty of music
They marched as one with earth

A autoria da letra pertence à dupla Jon Anderson – Steve Howe e a da música aos Yes, que neste disco de 1973, Tales from Topographic Oceans, incluíam para além dos dois já citados Chris Squire, Rick Wakeman e Alan White.

O álbum dividido em quatro temas é inspirado nas shastras dos livros sagrados indianos descritas na obra “Autobiografia de um Yogi” do místico bengali Paramahansa Yogananda.